Segunda-feira, Janeiro 31, 2011
Após cirurgia, baterista faz Kings of Leon ficar três meses sem shows
Nathan Followill sofreu uma lesão no bíceps e não pode tocar por 90 dias. Banda americana vai remarcar apresentações na Austrália e África do Sul.

O Kings of Leon confirmou o adiamento das datas dos shows na Austrália e África do Sul, em março, devido a uma cirurgia do baterista Nathan Followill, de acordo com o site da revista britânica "NME".
O músico, que sofreu uma lesão no bíceps, não poderá tocar ao vivo por três meses. Por causa disso, a banda americana terá que remarcar as apresentações previstas para março. Os shows serão agendados para novembro, confirmou o grupo.
"Desculpe a todos os fãs na Austrália e África do Sul", Followill escreveu em sua página no Twitter. O quarteto de rock já teve que cancelar uma apresentação por causa de um incidente com pombos que defecaram no palco.
Fonte: G1
Quarta-feira, Janeiro 26, 2011
Os Kings of Leon andam com a Rihanna ou Nicki?

O céu é o limite para a banda de rock vencedora do Grammy, Kings of Leon. Conhecidos pelas memoráveis apresentações ao vivo, a banda de rock do Tennessee cimentou-se como uma das melhores bandas do mundo com o álbum destruidor “Only By The Night”. Escalada para encabeçar o primeiro dia do supercomentado festival de música Coachella 2011, Kings of Leon parecem prontos para outro grande ano.
O último álbum deles, “Come Around Sundown”, surgiu em Outubro no topo das paradas do mundo e tem sido um sucesso artístico. O baixista do Kings of Leon, Jared Followill, sentou com a Global Grind para discutir como ele lida com a pressão do sucesso, seus artistas de hip hop preferidos, e se está bem usar as canções da banda para encontros sexuais.
De quais maneiras vocês se sentiram pressionados para atingir o mesmo sucesso que atingiram no “Ony By The Night”, dos fãs, críticos, gravadora, etc. com o novo álbum? E devido esta pressão, como isso afetou na criatividade?
Na verdade não sentimos tanta pressão. Tivemos que nos desligar do mundo. Não fomos pressionados nos álbuns anteriores, e deu tudo certo, então tentamos manter o mesmo pensamento.
Qual o significado por trás do título “Come Around Sundown”?
Matt ouviu isso em uma música. Acredito que foi em uma música do Steve Earle. Todos os (títulos dos) nossos álbuns têm cinco sílabas, então quando ouvimos a letra, ficou gravado nele. Sempre buscamos por títulos para os álbuns de cinco sílabas.
O som da banda se desenvolveu muito do “Youth And Young Manhood” para o “Come Around Sundown”. Fale sobre essa evolução musical.
Veio naturalmente. Éramos muito jovens, literalmente e musicalmente, quando começamos a banda. Excursionando em clubes por cinco anos nos ensinou a tocar. Excursionar com Bob Dylan e U2 nos ensinou como compor músicas.
Se Caleb, Nathan e Matthew não estivessem fazendo música, o que estariam fazendo? Se você não estivesse fazendo música, o que estaria fazendo?
Caleb – provavelmente atuando ou algo do tipo. Definitivamente algo sob os holofotes.
Nathan – Provavelmente um médico. Ele estava no preparatório para medicina quando começamos a banda. Ele é o único de nós que foi para a faculdade.
Matt – Ummmm... Talvez trabalhando em um escritório de advocacia ou algo do tipo?! Ele trabalhava em serviços temporários e essas coisas antes da banda.
Eu – Eu provavelmente teria sido um atleta olímpico após a minha carreira de modelo ter acabado. Brincadeira. O trabalho dos meus sonhos era supervisor musical e sonoplasta.
Conte sobre a primeira vez em que você ouviu uma música dos Kings of Leon na rádio.
Foi em Londres. Na primeira vez que estivemos lá. Talvez em janeiro de 2003? Aterrizamos. Entramos no carro. E era Red Morning Light na Xfm. Fomos a loucura! Nathan quase derrubou seu cigarro. Foi insano!
Se há algum álbum de um artista promissor que todos deveriam ter, qual álbum seria e por quê?
Porque eu sempre estou atrás de músicas novas. Eu diria o “Teen Dream” do Beach House ou o “The Drums” do The Drums.
Quais são os seus artistas de hip hop preferidos?
Não digo que estes sejam os melhores de todos e sei que deixarei de fora várias pessoas, mas pessoalmente, estes são os meus preferidos:
Outkast; Jay Z; Dr. Dre; The Notorious B.I.G.; Three 6 Mafia.
O que você pensa do cover de Trey Songz de “Use Somebody”, como uma tentativa para transas. Já tentaram isso?
Qualquer uma serve. Contudo, eu escolheria Otis Redding ou Sam Cooke.
Com quem você preferia fazer uma parceria: Jay Z ou Kanye?
Vixi! Essa é difícil. Dependeria da música. Se fosse mais melódica, eu escolheria Kanye. Acho que seria legal se tivéssemos Jay em uma das nossas músicas de rock mais sonoras. Grandes batidas e baixo barulhento.
Rihanna ou Nicki Minaj?
Iria de Rihanna. Adoro todas as músicas dela. Todos adoramos.
Se você tivesse que ficar preso em algum lugar por um dia, qual seria – Graceland (residência oficial do Elvis Presley) ou Dollywood (parque construído por Dolly Parton)? E a resposta não pode ser nenhuma das duas!
Posso dizer as duas ao mesmo tempo? Não, não! Caleb e eu nascemos em Memphis, e eu fui a Graceland quando estava na barriga da minha mãe. Elvis é o rei. Tenho que dizer Graceland.
Fonte: Global Grind
Criador de 'Glee' xinga músicos do Kings of Leon
Ryan Murphy chamou banda de egoísta e de vários palavrões em entrevista. Grupo se negou a liberar a canção 'Use somebody' para aparecer na série.

Seis meses depois do Kings of Leon não autorizar o uso da canção "Use somebody" dentro de "Glee", o criador e produtor da série, Ryan Murphy, resolveu comentar o que achou do ocorrido. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter nesta terça-feira (25), o executivo usou palavras de baixo-calão para criticar o grupo de rock.
"Vão se fo..., Kings of Leon. Eles são uns c... zões egoístas que não viram a ideia toda. Eles perderam um garoto de 7 anos se aproximar a alguém de sua idade cantando uma música do Kings of Leon, o que o faria provavelmente participar de um coral ou tocar algum instrumento musical. Você pode tirar sarro de 'Glee' o quanto quiser, mas o que realmente fazemos é aproximar a criançada da música", declarou.
Murphy também comentou uma recente declaração de Slash, que afirmou que "Glee" é pior do que "Grease". "Geralmente eu penso que quem faz esse tipo de comentário está com a carreira acabada. É falta de educação e bastante estúpido", atacou.
Caleb Followill, vocalista e guitarrista do Kings of Leon, respondeu aos comentários de Murphy no mesmo site. "Esse assunto todo nos deixou chocados, foi algo tirado do contexto. No momento da requisição não tínhamos assistido ao programa. Ela veio no final do ciclo de um álbum e estávamos cheios de promovê-lo. Nunca foi a nossa intenção dar um tapa na cara de 'Glee', em sua educação musical ou nos fãs da série. Não sabemos de onde veio tanta raiva: apenas nos negamos a licenciar uma música para um show de TV, o que fazemos bastante".
Fonte: G1
Ainda, em réplica aos comentários maldosos, desnecessários e enciumados de Murphy, Nathan Followill, em seu twitter publicou: "Querido Ryan Murphy, deixa isso pra lá. Vá ao terapeuta, faça as unhas, compre um novo sutiã. Feche a boca e foque-se em ensinar [crianças de] 7 anos como dizer "fuck".
"Killers e Kings Of Leon mantêm legado dos Stones, diz Ron Wood

Ronnie Wood dos Rolling Stones revelou o que anda ouvindo e ainda disse que as bandas Killers e Kings Of Leon mantêm legado dos Stones. De acordo com o site NME, o guitarrista disse: “o espírito continua vivo nessas bandas. Uma semente disso vai continuar ali”, disse Ronnie Wood.
Além do elogio as bandas norte-americanas, o Ronnie Wood falou ainda o que anda escutando. O guitarrista revelou que anda ouvindo muitas músicas modernas. Ele disse ainda que é um grande fã da cantora Regina Spektor.
Já o guitarrista Keith Richards de 66 anos, disse em entrevista à rádio inglesa BBC 6 Music, que a banda deve sair em turnê ainda neste ano e que gravará um novo álbum. “Todos estão prontos para sair por aí novamente”, afirmou. Perguntado se falava de uma turnê nova, Richards confirmou: “Sim, acho que ainda em 2011.”
Além da turnê, o músico confirmou que a banda vai gravar novo trabalho. “Depois de tantos anos trabalhando juntos, temos muito material não terminado que tivemos de deixar de fora do último disco. Conhecendo Mick como eu conheço, ele é um compositor muito prolífico. Eu também tenho ideias, e vamos juntá-las”.
Fonte: Estadão
Terça-feira, Janeiro 25, 2011
Adeus ano velho, feliz ano novo...
Bem, este deveria ser um post de desculpas... O ano passado, apesar de ter sido incrível para a banda, e para os brasileiros que gostam de Kings of Leon, foi um ano ruim para o site, devido a minha falta de tempo para atualizações. O que prometo, não se repetir nesse ano.
Assim, desde já peço desculpas e - peço também que interessados e curiosos dêem uma olhada sobre uma super-proposta no fórum!
Espero que todos que gostam de Kings of Leon tenha um ótimo ano, assim como a banda!

Summing them up
Para não sairmos no prejuízo, vou dar uma resumida dos últimos acontecimentos na banda:
1. No fim do ano passado, o álbum "Come Around Sundown", foi eleito como um dos melhores álbuns pela revista Q e pela revista Clash. Álbum este, que bateu todos os recordes em vendas online.
2. A banda, que está de férias, assiste às nomeações aos maiores prêmios musicais:
Kings of Leon foi indicada ao 53º Grammy nas categorias: Best Rock Performance By A Duo Or Group With Vocals e Best Rock Song com Radioactive.
Para celebrar as indicações, houve uma festa em Nashville (mais detalhes sobre isso: Tennessean)
A cerimônia do Grammy acontece em 13 de fevereiro de 2011, em L. A. E no site, é possível ver as outras indicações no site oficial da premiação.
A banda foi indicada ao Brit Awards 2011 nas seguintes categorias: International Group e International Album. A cerimônia ocorre em 15 de fevereiro, no Reino Unido.
3. Os Followill aceitaram o convite para participar de um álbum entitulado Flood Relief cuja arrecadação com as vendas será revertida aos desastres causados pelas enchentes na Austrália. Entre as outros artistas que aceitaram o convite estão, Beyoncé, Bob Dylan e Bon Jovi. O CD começa a ser vendido hoje! A música doada pela banda foi Use Somebody.
4. Perdoem por não comentar sobre as fofocas, acidentes, cirurgias e aniversários...
Durante essa semana postarei as últimas entrevistas publicadas, retiradas de sites e revistas. Quem tiver alguma em especial que quiser que eu traduza, só enviar o pedido por e-mail a partir de agora!
Sexta-feira, Outubro 29, 2010
Radio 1 Presents... Kings of Leon

Como dito anteriormente, ontem na BBC seria transmitida uma superprogramação com a banda, que iniciou às 16h (horário de Brasília) e perdurou até as 21h, com cinco programas, sendo possível ouvir simultaneamente através do site da rádio.
Tudo começou com uma conversa entre a banda e o Zane Lowe às 16h (conversa muito engraçada e informal, onde o Zane lowe revelou que o Matthew é o seu King preferido!).
Então às 17h foi transmitido o show da banda, que continha as músicas: Radioactive, Taper Jean Girl, Mary, The End, Back Down South, Crawl, Pickup Truk, Pyro, Sex on Fire, The Immortals, Closer, Use Somebody e Black thumbnail.
E às 18h comecou o "Story of The Kings of Leon" contada pouco a pouco pelos 4 Followill, seguido pelo programa "The Influences of Leon" com as músicas que marcaram a infância da banda, e então, o fechamento se deu com transmissões anteriores do arquivo BBC de 20:00 às 21:00h.
Seguem abaixo os links para download:
Parte 1: BBC Radio 1 - Kings of Leon In Conversation
Parte 2: BBC Radio 1 - Kings of Leon Live
Parte 3: BBC Radio 1 - Story of The Kings of Leon
Parte 4: BBC Radio 1 - The Influences of Leon
Parte 5: BBC Radio 1 - Kings of Leon Archive
Ainda, no site há a possibilidade assistir ao show do dia 24, que apresenta um setlist um pouco diferente do show transmitido pela rádio. A saber: Radioactive, Taper Jean Girl, The End, Back Down South, Crael, Pickup Truk, Pyro, Sex on Fire, The Immortals, Closer, Use Somebody e Black Thumbnail.
Na noite de ontem, a Billboard publicou uma review sobre este show:
Kings of Leon trocou as grandes casas de show, arenas e encabeçar festivais por um confinamento mais íntimo no Rivoli Ballroom em Londres onde a banda de rock do Tennessee tocou em um show exclusivo para o Top 40 da estação nacional BBC Radio 1 na noite passada (27 de Outubro).
Aparecendo para um público de aproximadamente 400 vencedores de uma competição e convidados da imprensa, os quatro número 1 das paradas tocaram um show de 13 músicas, que foram bem recebidas, e continha pela primeira vez material do último álbum de estúdio “Come Around Sundown”
A banda apresentou anteriormente algumas canções do “Sundown” nos shows do London Hyde Park no verão de 2010, mas o show da noite passada marcou a primeira vez em que a maioria das músicas do álbum foram apresentadas ao vivo.
No início da semana “Come Around Sundown” (RCA” estreou no 2º lugar do top 200 da Billboard. No Reino Unido “Sundown” esteve no topo das paradas, levando a marca de álbum mais vendido na primeira semana de lançamento (183.000 cópias) e sendo pontuado também como a maior venda digital na história das paradas do reino unido, na primeira semana, com 49.000.
“Não é sempre que temos a chance de tocar em locais como este, então estamos nos divertindo”, o vocalista Caleb Followill contou ao público no meio da apresentação de 60 minutos da banda, que foi aberto com o single apaixonante “Radioactive”.
A banda também tocou faixas do “Sundown” [como] “Mary”, “The End”, a sensual “Pyro”, “Pickup Truk”, “The Immortals” e o ponto alto do álbum “Back Down South”, que provocou o primeiro coro entusiasmado na platéia de 400 pessoas.
“Estamos tocando algumas canções que nunca tocamos e algumas que não tocamos há algum tempo, então é melhor vocês nos amarem,” Followill disse ao público, adicionando a desculpa nada convincente de que, a banda sairia depois para “se dar mal”.
Como previsto, a grande receptividade foi pelos hits “Sex on Fire” e “Use Somebody”. Enquanto “Taper Jean Girl” do segundanista “Aha Shake Heartbreak”, “Crawl” e “Closer”, tirados do quarto álbum da banda “Only by The Night”, também receberam um forte retorno.
O grupo envolveu o set com uma rapidez passando pelo blues de garagem de “Black Thumbnail”, do “Because Of The Times” de 2007.
“Vocês foram maravilhosos, agradecemos por terem vindo e que Deus os abençoe,” disse Followill, adicionando, no caso de que alguém tinha dúvida que, “Nós somos os Kings of Leon.”
“O show de Londres do Rivoli Ballroom” será transmitido nessa noite (28 de Outubro) as 20h (horário de Greenwich – 17h horário de Brasília) na BBC Radio 1 como parte da Noite Kings of Leon.
Para mais informações, como os programas online e galeria de fotos: BBC Radio 1 Presents... Kings of Leon Night
Terça-feira, Outubro 26, 2010
Show Secreto para a Radio 1 da BBC e Superprogramação
Anunciado no mês passado, porém não noticiado por mim...
Nessa quinta-feira (28) a banda fará um show fechado para a Radio 1 da BBC (programa comandado pelo Zane Lowe, que recebe a banda constantemente).
A banda apresentará algumas músicas em promoção do quinto álbum "Come Around Sundown" e dará uma entrevista para o Zane Lowe.
O programa vai ao ar no dia 28 de Outubro às 19h (horário da Inglaterra) - que corresponde às 16h no Brasil (horário de Brasília / horário de verão), ao vivo!
Havia ingressos sendo distribuídos para este show, mas por serem limitados (130 apenas), já acabaram... E apesar da BBC noticiar que o show será ao vivo, as notícias se cruzam pois o show será feito amanhã, quarta-feira, em local secreto, e o programa irá ao ar "ao vivo" na quinta-feira às 16h (horário de Brasília).

Ainda, se seguirmos todos os links confusos da BBC (como este), há um programa chamado "BBC Radio 1 Presents...: Kings of Leon Night episodes" que irá ao ar na quinta-feira (28) de 19h (16h - horário de Brasília) às 24h (21h - horário de Brasília) e seguirá assim:
28 Outubro 2010 – 19:00 – 20:00 – BBC Radio 1: Kings of Leon in Conversation (Zane Lowe dá início a uma noite dedicada aos Kings of Leon)
28 Outubro 2010 – 20:00 – 21:00 – BBC Radio 1: Kings of Leon Live (Exclusiva apresentação do Kings of Leon para a Radio 1)
28 Outubro 2010 – 21:00 – 22:00 – BBC Radio 1: Story of The Kings of Leon (BBC Radio 1 conta a história do Kings of Leon com as próprias palavras deles)
28 Outubro 2010 – 22:00 – 23:00 – BBC Radio 1: The Influences of Leon (Desenhando juntos a trilha sonora desde os primeiros anos do Kings of Leon)
28 Outubro 2010 – 23:00 – 00:00 – BBC Radio 1: Kings of Leon Archive (Conversas com os Kings of Leon, sessões e apresentações do arquivo BBC)
Quinta-feira, para ouvir ao programa, é só entrar na página da Radio 1 no horário do programa e clicar em "Listen Live" no início da página. O site ainda conta com uma novidade que talvez seja possível assistir ao programa clicando em "Webcam"... Espero que depois de amanhã isso dê certo!
Fonte: BBC e BBC Radio 1
Quinta-feira, Outubro 21, 2010
Kings of Leon's Southern Comfort

O irmão mais novo do Kings of Leon, Jared Followill, fala com Scott Kara sorbe os dias selvagens de antigamente e o novo álbum deles que volta às raízes.
Jared Followill – aos 23 anos, o mais novo do KOL – tinha apenas 15 quando caiu na estrada com os meninos do sul pela primeira vez.
Aos 17 ele tocava em festivais com o Cure, Pixies e Strokes (“eu achava que minha vida estava completa”), ele já tinha dado o primeiro passo para o alto nível dos rock ‘n’ roll (“ Fizemos o que todas as bandas fazem quando começam”), e aos 20 anos ele já tinha estado em 30 países diferentes.
“Aquilo era a coisa mais divertida que tinha feito na vida. Não acreditava. E isso mudou minha vida de um modo positivo, ele diz ao telefone de sua casa em Nashville, Tennessee. Ele está para ir a Atlanta fazer um show que é parte da turnê do último álbum Come Around Sundown.
Até agora, ele diz que estão tendo um bom retorno do público norteamericano com relação às novas músicas, [e que o público norteamericano] começou a gostar dos Kings após Only By The Night.
"Eles estão ouvindo, tentando acolhê-lo, e obviamente ninguém vai dançar uma música nunca antes ouvida,” ele diz com uma risada atrevida.
Come Around Sundown é o quinto álbum da banda em sete anos, o que não é uma marca ruim para uma banda que, é justo dizer, ficou fora do controle com a recém-descoberta fama no meio dos anos 2000. Antes, os jovens irmãos, frontman Caleb e baterista Nathan, eram a figura paterna para ele – não que eles fossem o modelo mais confiável, considerando que Caleb era consumido por sexo, drogas e álcool.
“Então, eu tive que me ensiar a ser homem,” ele diz. “E obviamente, não há restrições quando você está na estrada. Ninguém te reprime em nada e nos bares que toca, ninguém sabe que é menor de idade.”
Passou-se uma década desde que os irmãos, e o primo deles Matthew formaram a banda em Nashville. Naquela época eles foram de uma bizarrice caipira em canções como Molly’s Chambers, para torná-los grandes na Europa e Grã-Bretanha, e – finalmente – na terra natal deles para se tornarem uma das maiores bandas do planeta e headliners em festivais.
Na Nova Zelândia, onde eles tocaram quatro vezes, eles construíram uma base de fãs incondicionais com Youth And Young Manhood (2003) e Aha Shake Heartbreak (2005) antes da popularidade aumentar em 2007 com Because of The Times (30.000 cópias vendidas) e Only By The Night (com mais de 75.000 cópias vendidas).
“Parece que passou muito tempo desde que começamos,” diz Followill. “Passamos por tudo e então voltamos. Somos praticamente quarentões agora. Estamos entediagos agora.”
Bem, seus irmãos e primo estão, porque enquanto eles firmaram e ficaram noivos, o jovem Jared separou de sua esposa no ano passado. “Eu falei como todos sobre ter namorada e então eu terminei com a minha. Foi um passo estratégico”, ele brinca.
E musicalmente, ele relembra, tudo mudou também, especialmente desde os primeiros dois álbuns.
“Quando nós começamos, eu não tinha uma real noção do tipo de banda que éramos. Nos dois primeiros álbuns, levou um tempo ainda para descobrirmos que tipo de som faríamos e estávamos despreparados.”
Aqueles álbuns eram crus e, as vezes, indisciplinados, que os deixou assustadores. Para Because of The Times a coisa ficou mais refinada e polida e começamos a pegar o som das arenas.
“A maioria das pessoas tem problemas com mudanças e, contudo, nosso primeiro material era bom – e não necessariamente discordamos, mas sempre quisemos fazer nosso melhor. E o som que fazemos agora, é o que podemos fazer de melhor.”
Se eles tiraram sexo, drogas e modelos do sistema em Because of The Times, e Only By The Night foi como voltar a realidade, e então Come Around Sundown é como voltar às raízes. Está na hora dos Followills se focarem em casa.
É um som mais caseiro e um pouco mais country do que o grande Only By The Night. Não há verdades que chocam como Sexo n Fire. Mas há canções como Back Down South, uma irregular canção com violino; No Money é uma distorção e um lamento sobre um baque; e Mary é como uma canção do Phil Spector dos anos 60 em um encontro com a música southern na varanda.
“Estamos indo para aqueles lados agora,” diz Followill de Mary, “e nos divertimos muito tocando esta. Ficamos bastante animados quando estávamos em estúdio gravando esta, porque tem a vibe que gostávamos na adolescência. Adoramos o material de Phil Spector mas nossa interpretação disso é com um som com as notas mais destacadas.”
“Tentamos não impor regras, gostamos de ir e escrever as melhores canções que pudermos e gravá-las da melhor maneira que pudermos. Então a maioria das músicas estão na mesma progressão do último álbum mas com aquele, haviam algumas que queríamos desenvolver nossas próprias potencialidades um pouco, usando mais instrumentos do que de costume. Isto aumentou um pouco mais.”
Ainda que eles tenham voltado às origens, eles optaram por, estranhamente, gravar o álbum em Nova York. “Estar lá e completamente longe de country music te faz querer voltar – e foi o que fizemos.”
E ao contrario das outras sessões de gravação, quando eles tiveram brigas (Because of The Times) e passaram mais tempo jogando wall ball e bêbados do que gravando (Only By The Night), eles trabalharam mais do que nunca em Come Around Sundown.
“Pareceu mais um trabalho. Íamos lá [no estúdio] e gravávamos o dia todo.”
“Entramos lá sabendo que dado o sucesso do último álbum tínhamos que continuar no topo – mas realmente queríamos surpreender a todos também.”
Fonte: NZ Herald
Vídeos SWU
Bem, e para quem não foi ao SWU... Nem tudo está perdido, segue abaixo boa parte da apresentação para ser vista!
Kings Of Leon podem quebrar recorde na Inglaterra
Banda americana deve ter o disco de venda mais rápida em 2010 por lá
O Kings Of Leon vive mesmo uma fase das melhores em sua carreira.
Após ter sido um dos destaques do festival SWU, realizado de 9 a 11 de outubro em Itu (SP), a banda da família Followill se prepara para novas conquistas.
Segundo informações do site da revista New Musical Express, o novo álbum da banda, Come Around Sundown, tem tudo para se tornar o álbum de venda mais rápida no Reino Unido em 2010.
O levantamento inicial da publicação que o novo trabalho dos roqueiros americanos pode perfeitamente superar o do atual recordista, Recovery, mais recente CD do rapper Eminem.
Os resultados finais serão publicados neste domingo (24).
Embora ainda sem dados concretos, a expectativa é de que o álbum consiga um resultado semelhante no mercado americano.
Há uma década na estrada, a banda é integrada pelos irmãos Caleb (vocal e guitarra base), Nathan (bateria) e Jared Followill (baixo), com o primo Matthew (guitarra solo) completando o time.
Come Around Sundown é o quarto trabalho deles. Os outros são Youth and Young Manhood (2003), Because of the Times (2006) e Only By The Night (2008).
A canção Use Somebody, de Only By The Night, estourou mundialmente e tornou a banda um fenômeno mundial de popularidade.
Além de seu pop rock consistente e vibrante, o grupo também tem como características o fato de manter uma griffe..
Fonte: R7
Terça-feira, Outubro 19, 2010
Hoje acontece o lançamento mundial do quinto álbum de estúdio dos Followill: Come Around Sundown.E por isso, postarei uma review feita pelo site inglês Music Radar sobre as músicas do cd. A reportagem é bem longa, não muito esclarecedora, porém um começo. Pois, daqui para frente o que não faltará aqui (e por toda a internet) serão analises sobre o "CAS".
Kings of Leon: Review de Come Around Sundown faixa-por-faixa

1/15 – Introdução: O album Come Around Sundown (2010) é o quinto álbum de estúdio do Kings of Leon, e o seguidor do estrondo mundial, Only By The Night.
As primeiras impressões do novo álbum podem ser complicadas, especialmente quando feito por uma banda que acabou de atingir seu nível mais elevado. As marcas anteriores foram atingidas? Novos solos foram pisados? E o mais importante, se o grupo chegará a um novo lugar, queremos seguí-os?
Um primeiro giro pelo Come Around Sundown do Kings of Leon revela uma fartura de surpresas auriculares, em sua maioria confusas, porém fascinantes. Antigos produtores como Angelo Petraglia e Jacquire King são creditados como os marujos aqui, mas as impressões digitais podem ser de David Lynch, porque, mais como Veludo Azul e Mulholland Drive, este é um trabalho de difícil compreensão – e impossível de mexer.
Com o Youth And Young Manhood de 2003, Kings of Leon foram tachados como os filhos adotivos e caipiras dos The Strokes – Eram até chamados de “Strokes Sulistas” – uma gangue de caipiras tarados/excitados fugindo do passado Pentecostal deles e o salto para a vida regada por vinho, música e mulheres. A história por trás é desinteressante e o rock quase-de-garagem de alguma maneira, parecem novela e dão o tom a narrativa para a romantização dos críticos.
Musicalmente, o progressivo instável do início, gradualmente obteve uma pegada experimental antes de tornar-se meteoricamente com a atmosfera de arena, pesada e que veio como um rolo compressor, que só os fez serem rotulados como o “U2 Sulista”. Esta descrição mais tarde, embora seja mais apropriada para o quarteto natural de Nashville é agora com toda a certeza, descaradamente famosa pelo mesmo solo que estes quatro irlandeses estiveram uma vez.
Em retrospecto, a gravadora sulista pareceu nunca se adaptar aos Kings of Leon. Apesar da autentica herança, o sangue não corria pelas veias. Qualquer banda pode cantar sobre uísque, mulher e todos os problemas que elas causam, mas nem todos os grupos podem dançar hoedown e hootenanny, e ao tentarem depois, KOL esbarrou com uma pedra no meio do caminho que atrapalharam a dança deles.
Estranho, embora, se encaixe no perfil deles, o mais estranho que for possível, como uma troca de pele, praticamente todas as referências musicais (e de letras de músicas também – às vezes alguém não sabe o que Caleb está lamentando), para atingirem o seu melhor. Com apenas cinco álbuns no currículo, eles devem ser a mais verdadeira e menos consciente de si mesmo banda atuante atualmente. A loucura abundante em Come Around Sundown, com uma beleza bizarra dos riffs das guitarras e acordes misteriosos que saem do nada e sem explicação em canções que inicialmente não fazem sentido.
Eles se colidem mais do que se encontram, criando um espetáculo e grandeza, e o impacto causa uma reação visceral: de repente, o pulso acelera, a mente corre, e tudo faz sentido. E tudo leva a questão: Por que queremos que KOL seja diferente?
2/15 – The End: Tanto para começar com o óbvio. Batidas cavernosas, baixo estrondoso e algo inexplicável, um rabisco da guitarra que é rapidamente apanhado por um sintetizador dramático Telstar 2010. Horripilante, desagradável aos ouvidos e ainda assim vamos com sede ao pote.
O verso surge em torne de um baixo espaçado e um fundo da bateria com Caleb cantando que ele é o homem mais solitário de Deus, esquecido mas vivo. Enquanto ele ainda soa como Tom Petty com a boca cheia de Big Leage Chew, ele é cativante, um vocalista multidimensional cujas emoções saltam por sua garganta enquanto ele é eletricamente incitado.
O refrão é bombardeado com guitarras que caem do céu e servem de call-and-response para a música ambiente que envolve a canção. “Eu não tenho casa,” Caleb chora sem parar, com tanta força que você acredita nele de fato.
3/15 – Radioactive: Aqui o primeiro single louco. A confusão de Jared Followill, aumento do baixo e lhe dá o tom, no qual Matthew Followill adiciona um riff linear.
Enquanto o baixo domina os versos – Jared conduz o ritmo com tanta violência que soa como um helicóptero sobrevoando em cima das nossas cabeças – o refrão vira uma suruba, com pratos batendo, guitarras energizantes que surgem de todos os lados e Caleb rosnando desigualmente sobre pecado e redenção.
Um ataque provocado pelo coral gospel pode ser ouvido mais para o final, e enquanto este pode ser uma afirmação das raízes dos filhos do padre, não é tão brega quanto parece.
4/15 – Pyro: Após um encantador, manhoso arpejo, o ritmo propõe um salto ainda que sólido para o que Caleb desenha como um porta-retrato reflexivo e intricado dos anos perdidos.
Enquanto a melodia e a estrutura da música não são completamente formadas pelos padrões tradicionais – sábia, a faixa é um experimento de auto-controle – o desespero abafado na voz de Caleb que faz Pyro pegar fogo.
5/15 – Mary: Agora, uma surpresa de verdade! Com esse pedaço de superioridade lhe farã pensar que os Followills entraram em uma máquina do tempo e foram parar no túmulo do Brill Building com uma preciosidade inédita de Caroline King ou Paul Anka. Ou talvez até antes – este possui uma dismistificada vibe Everly Brothers também, com um pouquinho de doo-wop na medida certa.
Simplesmente deliciosa, desde o início, uma imundice dos anos 50 – pop dos anos 60 carregada de backing vocals Wall of Sound e Wrecking Crew instrumental que faz com que Phil Spector morrer de inveja.
Matthew lança um solo de guitarra inovador, mas é Caleb que é iluminado. Com um nó na garganta e uma dor no peito ele suplica eterno amor à Mary – se ela for verdadeira, estará com os olhos marejados em seu travesseiro – com sua moderna sintonia à Deus.
6/15 – The Face: Penetrante, ruídos de guitarras, uma surra e uma armadilha evocam o baixo para a caminhada da meia noite pelos sonhos profundos.
Os vocais de Caleb estão ásperos e sujos – ele soa irritante como um homem que rasteja pelo deserto e precisa beber algo rápido – mas isso apenas faz parte de seu melodrama pessoal.
Um tremor da guitarra para no meio para uma poderosa amostra do refrão final. Sem equivocos, esta é uma parte abstrata – melodicalmente, não dá para ter um cover no American Idol – mas é uma daquelas que não ficará esquecida.
7/15 – The Immortals: Outra “que porra é essa?” que dará um jeito de enfeitiçar alguém. Após um rangido apimentado por ecoos e socos da guitarra, o ritmo muda abruptamente, desacelerando para um corrida estática de ondulações ritmicas que constroem o corpo do refrão.
Com todas as mudanças, The Immortals dá voltas bizarras, Matthew se descobre, mostra arrepios com moldes da guitarra que tremem pelo mix Sensurround.
Enquanto não somos os cientistas do áudio que The Edge é, ele está na frente. Matthew rapidamente se tornou no coringa do KOL, desenvolvendo uma personalidade multifacetada que pode guiar qualquer canção, não importa a sua formação, em um esplendor hipnótico.
8/15 – Back Down South: Guitarras arranhadas e um verso que lembra Pink Houses do Mellencamp faz parecer com que o KOL, ainda que por pouco tempo, captaram o ar de Nashville através do espelho retrovisor.
Um violino trazendo um som country e guitarras deslizando sobrepõe-se para dar o ritmo, destacadas pelas palmas, também é notado. Esta canção é o mais parecido que a banda chegaria de uma quadrilha caipira (o sotaque do sul de Caleb fica claro), e é um pouco acima dos limites também, ao passo que a luz intensa do luar era demais para os garotos.
Historicamente, Back Down South parece algo do passado, sendo uma reverência ao Exile On Main Street. Mesmo que ao tocá-la linearmente, os Followills não estão exatamente em sincronia.
9/15 – Beach Side: Nathan prepara uma armadilha no início, esta é uma influência de pirar a cabeça, com um ritmo moderno e uma guitarra arpejada ao fundo que sugere que os Followills possuem algum álbum do Style Council na coleção.
Guitarras incrementadas e luzes, batidas simples contrastam com o vocal pensativo de Caleb, quando ele rumina que o amor passou.
Apesar do título, esta [canção] não é fun, fun, fun in the sun rump; na verdade ela é mutante: no momento de resistência, Nathan movimenta bruscamente o prato, mas o clima fica pesado; surgindo uma imagem triste de Caleb, solitário no sótão, exalando nostalgia por livros e fotos desbotadas.
10/15 – No Money: Uma guitarra harmoniosa está nitidamente cercada de riffs desafinados, mas não demora a Jared e Nathan fazerem uma entrada barulhenta. Tudo de uma vez só, corremos pela música mais rápida do álbum.
Com acordes poderosos se surgindo e sumindo com zunidos eletrizantes de amplificadores por todos os lados, Nathan destaca os versos o ágil chimbau. Um solo de guitarra desmaia, grunhindo como um porco, estouros ao longo do ‘whoo-hoo’ no backing vocal. Enquanto isso, a banda continua cozinhando o abandono.
Os vocais de Caleb são enfiados para dentro da mistura – como um primeiro teste – a tornando quase impossível de ser comprendida. Mas por não ser um roqueiro incomprensível, o trabalho é feito.
11/15 – Pony Up: KOL ficou bizarro? Sim, de uma maneira meio Talking Heads/Tom Tom Club.O que significa desistir do ritmo, quando Jared faz caretas ao tocar baixo e a bateria sincopada de Nathan providenciará incontáveis remix dance.
Matthew adiciona respingos de uma guitarra desorganizada do início ao fim, mas ele deixa o espaço cheio para a distorção. Na verdade, tudo o que ele toca valoriza a música e aumenta a agenda. Extremamente ágil, ele nunca quer chamar atenção.
A faixa é uma rapidinha, em apenas três minutos. Pony Up é um divertido ensaio, uma ninharia incrível.
12/15 – Birthday: Improvisada ou clean, desritmado ou cheia de ruído e distorção, a artimanha dos tons da guitarra parecem não ter fim. Birthday começa com um açucarado ou um modelo de chimei que é realçado por algo que parece um microfone distante – você consegue ouvir de fato a acústica da sala.
O verso trás um sentimento delicado e comovente, com Caleb cantando rimas como “your come-on legs and your pantyhose/ you look so precious with your bloody nose.” Como será essa imagem? Ainda assim, ele soa quase ferrado – acho que ele gosta de aniversários.
A banda fica mais intensa no refrão, principalmente no fim quando Matthew começa um a pegar fogo e vira uma festa que dá à canção um fim incrível.
13/15 – Mi Amigo: O que começa com uma balada inspirada no Pearl Jam se torna um motor, deixa um pouco de danos, e um ritmo um pouco roqueiro. Entre cordas derretidas, repentinas e distorcidas, Caleb canta, “I’ve got a friend / shows me all the good times / tells me when I’ve been better / chews me up and spits me out / and then watch my eyes hold / He sings a song when I’m gone... gone… gone…”
A coluna vertebral da canção está colocada em dois elementos fortes do arsenal do KOL: a voz fabulosa e expressiva de Caleb e a habilidade obstinada de Matthew em separar os riffs da guitarra e a imagem do que ordinariamente poderia estar nas mãos de outros guitarristas.
14/15 – Pickup Truck: Como uma faixa de encerramento, alguém poderia chamar de Love Is Blindness do KOL e não estar errado. Uma turnê guiada pelo nevoeiro desconhecido, soa como se alguém estivesse ouvindo desde o início.
A guitarra E-Bowed de Matthew surge como uma naja entre um baixo minimalista e a bateria. Com uma guitarra alegre, Calçeb canta um poema de dor e arrependimento. Ele está oprimido, devastado, e seu uivo aflito [também] te deixará devastado.
A música, como a maioria do KOL, segue uma maquete constituída por Pixies (e depois adaptada para Nirvana) no calmo-barulhento-calmo. É uma invenção brilhante do rock’n’roll, e uma [canção onde] o Kings of Leon usa um efeito maravilhoso.
Como tem sido no álbum todo, Matthew na guitarra traz um valor imenso ao grande feito. Durante um colapso excitante, ele toca num plano de fundo famoso que se torna um motivo, o qual ele leva até o fim do refrão.
15/15 – Veredito: Em uma entrevista ante do lançamento, o baterista Nathan Followill descreveu Come Around Sundown como sendo “divertido” e “praiano”. Enquanto o novo álbum não tem a obrigação de inspirar sonhos de nota 10 e festas, ele certamente é divertido – o que significa, que se para você um bom disco no momento é o que desafia, que atende às expectativas, difícil de rotular e que assusta no início.
Este pode deixar triste as pessoas que lamentam pelos dias de Holy Roller Novocaine, de cabelos despenteados e barbas e nostalgia, um pouco como os ensaios do Black Crowes.
Por outro lado, será incitante, um conforto aos milhões que festejaram o que o grupo se tornou, aquela bela e rara coisa da arte: uma banda que escreve e quebra suas regras enquanto vão adiante, que agora existe e não tem precedentes, com um som e espírito tão único e inexplicável como o sol.
Em Come Around Sundown, Kings of Leon entrega a alma e um remoinho de propósito, um barulho que toma espaço e não exige nada além de concentração profunda de quem escuta.
Terça-feira, Outubro 12, 2010
Kings of Leon no Brasil
Foto tirada do Yahoo!
Foto tirada do IG
Bem, como todos já sabem, Kings of Leon veio esse fim de semana ao Brasil para uma apresentação no festival SWU Music + Arts.
E eu poderia apenas colocar alguns links de reviews para os leitores daqui com algumas fotos, MAS como eu fui ao show e como das 25 reviews espalhadas pela internet que eu li, apenas 4 citam acontecimentos verídicos escritos por pessoas que não foram apenas pagas para falar sobre uma banda que não conhecem para algum site, eu vou fazer as vezes de um jornalista.
Não vou falar sobre todo o festival, sobre os dias que fui, nem nada... Apenas vou mostrar uma visão de quem foi à Itu para assistir aos Reis do Leon, assistindo da pista Premium na grade, entre o Matthew e o Nacho e que gostou muito! Apesar de tudo...
Sem dúvida eles foram os mais preparados para o Festival... Tão preparados que mesmo o Nacho entrando no palco com 2 horas de antecedência para preparar tudo, o show do Dave Matthews Band teve que ser estendido (e tenho quase certeza por culpa do palco do show do Kings que ainda tinha muito que ser montado) pois havia muito o que fazer ainda, para a banda entrar e tocar!
Depois de trazerem todos os equipamentos, Nacho se preocupou com a bebida... Cerveja para o Matt e o Jared... Vodka com Blue Curacao e vodka com algo vermelho para o Nathan e muitos copinhos de café com doses de uísque, que Caleb atirava para o ar após beber juntamente com palhetas (e que pelas minhas contas, foram 4 doses!)
A banda entrou ao palco, já cantando... Apenas após algumas músicas que Caleb conversou com o público. Nathan e Matthew estavam focados em seus instrumentos, e talvez até um pouco apreensivos com a volta ao Brasil. Caleb e Jared sentiam-se super bem, ouvia das pessoas “nunca vi o Jared tão confiante... Tão seguro musicalmente” e volta e meia ele conversava com Caleb, que olhava a multidão e sorria!!
Sobre o setlist, não é novidade para ninguém já que o fazem por turnê: Crawl, Molly's Chambers, My Party, Be Somebody, Mary, Fans, Reverly, Closer, Four Kicks, The Bucket, Notion, Radioactive, Sex on Fire, On Call, Back Down South, Slow Night So Long… Uma saidinha do palco que deixou os mais desavisados preocupados com a saída sem se despedir da banda e a volta com Knocked Up, Manhattan, Use Somebody e Black Thumbnail.
Sendo assim, o setlist favorecia a massa... Que sabia cantar apenas as músicas do Only By The Night e On Call.
Algumas resenhas criticam a frieza da banda... Mas de maneira alguma banda agiu de modo frio, apesar dos 10º no Maeda. Caleb conversou bastante com o pessoal, e deixou no ar até uma possibilidade de volta ao Brasil... O primeiro passo foi dado, a vontade da banda em incluir América do Sul na rota!!
Disse até um “obrigado” e depois de cantar algumas músicas, conversou com a platéia sobre a volta após 5 anos e soltou um “eu gostaria de falar outra coisa mas não sei como dizer” (e aí, só quem estava na primeira fileira ouviu o Jared falando para ele: “It’s TUDO BEM?” hehehe... )
Com o maior público do festival, da sua maneira, Kings foi muito bom!! Na minha humilde opinião, gostaria de uma mescla mais igualitária entre todos os CDs... Mas isso seria pavoroso para a massa que estava lá para ouvir Sex on Fire e Use Somebody, nem Molly’s Chambers e The Bucket levantou muito a galera, que esqueceu as únicas músicas que conheciam até 2007 e que não fez esforço nenhum para o coro “uô uô uôôôôôôu” de Knocked Up.
Para mim, que optei por ouvir as músicas novas apenas ao vivo (mas que sem querer querendo, ouvi duas vezes o Come Around Soundown) me surpreendi muito com a pegada country music em Back Down South, achei esta a melhor música do cd, até então... Pois remete a uma música que poderia muito bem estar no Youth And Young Manhood!!
Antes que me perguntem, por uma ironia do destino, não estava com a minha câmera em mãos, que estava com um amigo também da área Premium, mas em algum lugar não localizado. E não sei se mais alguém percebeu mas havia um segurança idêntico ao Leon!! Me espantou muito olhar para ele, tinha certeza que era o Leon Followill, até ele começar a conversar em português com a organização do festival (risos).¹
Com um show de pouco mais de 1h30min, sem grandes surpresas, mas feito com muito prazer pela família Followill, com um som e cenários impecáveis... Foi assim o SWU!!
Prometo voltar mais tarde para apontar os links de reviews, fotos, downloads de vídeos e tudo mais que estiver pela internet sobre o show. E já adianto meu pedido de desculpas pela falta de atualização do site... Mas como agora não tenho mais 15 anos, e sim uma faculdade, um emprego e uma casa sem os pais por perto para morar, o meu tempo livre fica reduzido às 8h de sono necessárias, mas este show foi o “gás” que faltava para voltar a atualizá-lo.
¹ Nota da autora (haha!): quem tiver fotos do show e quiser que sejam postadas aqui, é só enviar para kingsofleonbr@yahoo.com.br que terei o maior prazer em postá-las ao longo dos dias]
Quinta-feira, Agosto 05, 2010
Kings of Leon anuncia novo álbum para outubro

RCA Records anunciou hoje que o Kings of Leon vai lançar o quinto álbum de sua carreira, intitulado “Come Around Sundown”, em 19 de outubro, nos EUA, e em 18 de outubro, no Reino Unido. As gravações aconteceram no Avatar Studios, em Nova Iorque, novamente com produção de Angelo Petraglia e Jacquire King.
“Come Around Sundown” dá sequência ao grande sucesso “Only By The Night”, que vendeu seis milhões de cópias em todo o mundo e ganhou quatro Grammy Awards. O álbum representa mais uma ousada e expansiva declaração do quarteto de Nashville, baseado em Tennessee, que nos últimos dois anos se tornou uma das maiores bandas do mundo.
Assim que terminaram a turnê de Only By The Night no final de outubro de 2009, voltaram ao estúdio em fevereiro de 2010. Em junho deste ano eles retornaram ao seu estado de origem com um headline triunfante na abertura do prestigiado Bonnaroo Music & Arts Festival e depois começaram uma turnê pela América do Norte em julho, que terminará em 23 de setembro. Em duas semanas, a banda será a atração principal do Outside Lands Music&Arts Festival, no lendário Golden GatePark, em São Francisco.
No dia 10 de outubro será a vez dos fãs brasileiros de Kings of Leon assistirem a um dos shows mais aguardados do line-up do festival SWU (Starts With You).
Nota do site: E para acrescentar, o álbum contará com 13 faixas, ainda não divulgadas, com excessão de: Radioactive, Immortals, Southbound e Mary!
Fonte: SWU
Terça-feira, Agosto 03, 2010
Kings of Leon continuarão a tocar as músicas novas na turnê

Os membros do Kings of Leon sabem que algumas das pessoas que os rodeiam – como os executivos da gravadora – prefeririam que eles não tocassem as novas músicas do quinto álbum ainda sem título e sem data de lançamento, na atual turnê. Mas o grupo não tem nada o que fazer quanto a isso.
“Se tivéssemos que sair [em turnê] para tocar e não tocássemos músicas novas, sentiríamos que estávamos com as mãos atadas, e penso que ficaríamos entediados com o show,” frontman Caleb Followill contou a Billboard.com durante a conferência para promover a turnê de verão da banda. “Não queremos voltar e oferecer uma turnê do ‘Only By The Night’, parte dois. É inspirador ser capaz de sair e tocar músicas novas... Você não somente testa as canções com a platéia, mas há aquele momento, ‘Oh, caramba!’ quando olhamos uns para os outros e pensamos ‘Será que eles vão gostar disso?’ Se sentarão por não ser Use Somebody?’”
Por sorte, ele disse, que a reação tem sido o oposto.
“A resposta do público tem sido inacreditável,” ele notou. “Já há pessoas que sabem a letra de certa música [nova], e direto em certo momento tem um pessoal cantando já comigo. Isso me faz sentir bem.” O baterista Nathan Followill concorda, e adiciona que, “estamos lisonjeados com a reação obtida. É ótimo ver a reação das crianças que até então não tinham ouvido as músicas.”
Até agora, Kings of Leon apresentou quatro canções programadas para entrar no sucessor do álbum de 2008, vencedor de Grammy e disco de platina, “Only By the Night”, que foram identificadas como “Mary”, “Immortals”, “Radioctive” e “Southbound”. Nathan Followill disse que o grupo foi cuidadoso em escolher estas [canções] que são “as que juntas, tem o melhor sentido e são mais confortáveis de tocar”, mas há a possibilidade de – que a banda, que estará na estrada da América do Norte até 23 de Setembro, somado com apresentações no V Festival, no Reino Unido em 21 e 22 de Agosto – mais adaptações pessoais nos setlists.
“Se fosse por nós, tocaríamos cada uma, o álbum inteiro, toda noite,” Nathan disse. “Tenho certeza que... em alguma noite de atrevimento, empurraremos outras novas.”
Nathan também aproveitou a oportunidade para esclarecer a descrição anterior sobre o novo material como “praiano”, o que fez surgir uma erupção de reações dos fãs na internet. “Eu fiquei surpreso com a quantidade de pessoas que se envolveram naquilo,” ele disse. “Quando eu disse praiano, eu quis dizer um álbum que você poderia levar para ouvir na praia, um que tivesse meio que uma jornada musical, um pouco de tudo. Eu acho que este álbum de um pouco de todas as épocas do Kings of Leon até agora. Eu não sei se as pessoas esperam que o material novo tenha batidas jamaicanas ou algo do tipo. Para mim ele tem uma pegada mais tranqüila, relaxante, algo que te faça querer ir para a praia ouvir.”
Nesse meio tempo, Caleb confirmou que os produtores do grupo Jacquire King e Angelo Petraglia incrementaram o som do novo álbum, que foi gravado na cidade de Nova York, ao incluírem instrumentos como violino, trompete e guitarra havaiana. “Acho que cada um deles completa as canções,” ele disse, “e eu penso que ter feito isso, nos deixou mais animados pelo futuro onde poderemos seguir com a banda e fazer o que quisermos.”
A maioria das canções, ele adiciona “saltaram da minha cabeça... Eu diria que 75% das canções foram completamente improvisadas. Eu aproveitei o momento.” E Caleb notou que eles estiveram mais felizes que [durante o processo de gravação] dos outros álbuns dos Kings of Leon. “Eu estou em um lugar melhor agora. Costumava compor aquelas canções tristes... Agora estou compondo um monte de contos. Eu saio para jantar em alguns bares apenas para captar a vibe do que eu quis dizer com a letra da música... E então eu vou para o estúdio e tento compor a música que acabou de sair da minha cabeça.”
Fonte: Billboard

Bem, esta entrevista já tem quase 20 dias mas é o mais interessante que tem sido publicado sobre a banda, que teve o incidente com os pombos nessa nova turnê que comecou a dois meses.
O setlist que foi apresentado até agora gira em torno das canções: Crawl, Taper Jean Girl, My Party, Be Somebody, Immortals, Molly’s Charmbers, Fans, Milk, Closer, Mary, Four Kicks, The Bucket, Radioactive, Sex on Fire, Notion, On Call, Southbound, Trani, Knocked Up, Manhattan, Use Somebody e Black Thumbnail.
Com a adição de quatro canções novas (a saber: em itálico) que podem ser ouvidas após o download deste zip
O novo álbum não tem nome ainda e a única data de lancamento especulada foi para a segunda dezena de Outubro deste ano.
Sábado, Julho 31, 2010
¡¡ KINGS OF LEON NO BRASIL !!

É galera, depois de cinco anos de espera, podemos respirar aliviados... O grupo da família Followill vem ao Brasil cantar para nós! Graças ao festival "SWU" que apesar de ter enfiado a faca no preço dos ingressos (que varia de R$ 95 - R$ 640 por dia) traz boas bandas!
Kings of Leon tocará no dia 10/10/2010 com bandas como Dave Matthews Band, Regina Spektor e Jota Quest.
O festival, de cunho "sustentável" acontece entre os dias 9, 10 e 11 de outubro em uma fazenda em Itú - São Paulo. Para comprar seu ingresso, o faça através do ingresso rápido ou através das lojas credenciadas, que estão apontadas no site do festival.
Desculpe pela demora na atualização, estava em viagem para fora do país... Mas prometo que agora, mais que nunca, me dedicarei ao máximo a trazer à vocês atualizações sobre tudo isso... Assim como no fórum!
Fonte: SWU
Terça-feira, Junho 22, 2010
Kings of Leon confirmado para festival SWU, em SP
Paul McCartney e Smashing Pumpkins quase certos

Uma fonte ligada ao festival SWU confirmou ao Virgula que a banda americana Kings of Leon tocará no evento, que acontece em outubro perto de São Paulo.
O festival, que começou conhecido como o "Woodstock brasileiro", terá um total de 60 bandas no line-up. Já foram confirmadas as presenças de Linkin Park, Dave Matthews Band, Pixies e Incubus. Serão quatro palcos: dois internos e dois externos, sendo que um deles só para música eletrônica.
Outros dois nomes que estariam praticamente certos para o SWU são Paul McCartney e Smashing Pumpkins.
O Kings of Leon foi formado em Nashville, EUA, em 2000. Tem quatro álbuns no currículo e uma reputação impecável no mundo indie, graças à qualidade de seu rock'n'roll de saloon, bem americano sulista mesmo.
O SWU acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de outubro na Fazenda Maeda, em Itu - mesmo local que recebe todos os anos os festivais de música eletrônica XXXperience e Tribe. Além da música, o SWU tem como foco promover a sustentabilidade e a preocupação com o meio ambiente.
Fonte: Vírgula
Como assim?! Muito se fala sobre este festival, que estava sendo chamado de "Woodstock Brasil", algumas confirmações saíram na semana passada e foram divulgadas nessa semana no site do Starts With U - SWU e por um dos organizadores, Eduardo Fischer. Ainda, são esperadas por volta de 60 atrações musicais nos três dias do festival (09, 10 e 11/10/2010) A banda ainda não se pronunciou sobre isso, nem soltou nada no site oficial... Agora é cruzar os dedos e esperar que tudo isso seja verdade!!
Quinta-feira, Fevereiro 04, 2010
Sala de Imprensa do Grammy: Como Eles Bateram Taylor Swift
Os vencedores do Grammy deste ano já deviam ser esperados (Beyonce, Taylor, Byonce novamente), mas a glória não foi apenas para as senhoritas. Kings of Leon foram com o próprio fluxo, levando para casa Gravação do Ano por “Use Somebody”.
Quando voltaram pela sala da imprensa, revelaram o quanto sobrepujaram alguns dos maiores nomes da música pop para a vitória.

Em como se sentiam com relação aos seus Grammys: Caleb Followill disse, “eu acho que a melhor coisa em ganhar Grammys é que esta é realmente a primeira vez que a nossa família consegue enxergar nosso sucesso e o que temos feito. Já há um tempo as coisas cresceram em todos os lugares, agora começa a acontecer na América. Minha mãe está aqui, então é especial. Estamos deixando a minha mãe chocada!”
Em o porquê do sucesso além mar primeiramente: Nathan Followill disse, “Acho que há tanto música por aqui, especialmente na América [Estados Unidos]. Você sabe, na Inglaterra e na Europa, nosso passado é um pouco mais fascinante – ao contrário de que, um fã em Minnesota não daria a mínima para os irmãos do Tennessee que tem uma banda com um primo. Mas eu acho que além mar eles meio que entraram de cabeça para a nossa história, e por sorte permanecemos tempo o bastante na música para darmos continuidade.”
Para ouvir mais do grupo, incluindo seus pensamentos sobre quem poderiam colaborar [musicalmente] leia mais.
Em com quem gostariam de fazer uma parceria posteriormente:
Caleb: “Gostaríamos de fazer uma parceria com qualquer um que estivermos gravando nosso próximo álbum. Então, não sei... Não sou para parcerias, é muita pressão.”
Nathan: “Acho que já estão todos mortos, os que gostaríamos de fazer uma parceria.”
Caleb: “Na verdade, os mataremos hoje a noite.”
Em como eles nocautearam todos os outros competidores pop: Nathan diz “Suborno. Temos uma boa gravadora. Com os bolsos cheios.”
Fonte: BuzzSugar
Kings Of Leon fala sobre prêmios recebidos na cerimônia do Grammy
O grupo Kings Of Leon demonstrou surpresa por ter ganhado o prêmio de Gravação do Ano na cerimônia do Grammy, superando artistas como Beyoncé e Lady Gaga.
O baterista Nathan Followill confessou que, na manhã seguinte à cerimônia, ele mal acreditava que o grupo havia recebido o Grammy.
"Eu tive que beliscar meu Grammy nesta manhã para ter certeza de que eu não estava sonhando", escreveu Followill em seu Twitter, reporta o site Gigwise.
"Foi uma ótima noite e, sim, eu fiquei um pouco bêbado, mas por uma boa causa", finalizou.
Além do prêmio de Gravação do Ano pela música "Use Somebody", o Kings Of Leon também recebeu o prêmio de Melhor Performance de Rock em Duo ou Grupo.
Fonte: Cifra News
Beyonce e Kings?!
Após negarem diversas parcerias, e então anunciarem que não tem interesse em colaborações musicais, pois os que realmente gostariam... Já se foram, eis que essa notícia surge.
Por Mirror.co.uk
Beyonce não é de descansar ao conseguir a glória - mesmo com o nosso cochilo durante sua apresentação no Grammy parece que ela precisa de algo para recarrregar as baterias e descansar de fato.
Após o estrondo do seu álbum no Grammy, incrível para um artista do sexo feminino (SEIS!), ela continua querendo mais em troca.
Na afterparty, ao invés de estourar a champagne com o marido Jay Z - que se rendeu à ouvir a Taylor Swift a noite toda, Beyonce estava ocupada tentando conseguir novas colaborações musicais.
Nosso espião na festa nos conta: "Beyonce estava estonteante e tentava manter contato com toda grande estrela por perto."
"Deu beijinhos na bochecha dos Kings of Leon e os cumprimentou pelos prêmios vencidos com Use Somebody".
"Ficaram conversando por muito tempo. Ela sabe o quão conhecidos eles são no Reino Unido e adora o álbum deles. Estava rondando as pessoas para parcerias e disse algo sobre fazer algo diferente com uma banda de rock. Kings of Leon seria perfeito".
Rainha Bey cantando com os Kings? Agora sim seria Sex on Fire...
Caleb Followill eleito o roqueiro mais Sexy
O site de música Gigwise divulgou recentemente sua lista dos 25 homens mais sexy do rock and roll.
O vencedor? Caleb Followill, do Kings of Leon, seguido de perto por Alex Turner, do Arctic Monkeys, e Keith Murray, da banda indie We Are Scientists.

Confira abaixo a lista completa, em ordem decrescente:
Caleb Followill (Kings of Leon)
Alex Turner (Arctic Monkeys)
Keith Murray (We Are Scientists)
Dave Grohl (Foo Fighters)
Fab Moretti (The Strokes)
Jared Leto (30 Seconds to Mars)
Jonny Greenwood (Radiohead)
Josh Homme (Queens of the Stone Age)
Sergio Pizzorno (Kasabian)
Carl Barat (The Libertines)
Andrew Vanwyngarden (MGMT)
Jamie Hince (The Kills)
Orlando Weeks (The Maccabees)
Conor Oberst (Conor Oberst and the Mystic Valley Band)
Ryan Adams
Alex James (Blur)
Nick Zinner (Yeah Yeah Yeahs)
Taylor Hawkins (Foo Fighters)
Matt Bellamy (Muse)
Anthony Kiedis (Red Hot Chili Peppers)
Kele Okereke (Bloc Party)
Ian Brown (The Stone Roses)
Jarvis Cocker (Pulp)
Pete Wentz (Fall Out Boy)
Fonte: Baixa Hits
Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010
Kings of Leon: Vencedores de três Grammys!
E, REALMENTE, os melhores levaram para casa os gramofones.

Uns falam que o Grammy já não é a mesma coisa, que hoje em dia, a vitória é do comercial, e não necessariamente do mais belo ou qualificado. A verdade é que hoje em dia não precisamos mais apelar para trilhas sonoras de campeões de bilheteria, e sucessos country que a vovó gosta.
E nessa esfera, surgiram muitos nomes novos entre os indicados. Kings of Leon, que não estrearam, mas triunfaram nas indicações de 2010, concorriam em quatro categorias (e 16 gramofones hehe): Gravação do Ano, Canção do Ano, Performance rock em duo ou grupo e Melhor Canção de Rock.
E surpreendendo às expectativas, levaram para casa 12 gramofones, vencendo três categorias: Canção de Rock, Gravação do Ano e Performance rock em duo ou grupo; perderam apenas para a Beyoncé com "Single Ladies" para Canção do ano.
Quanto as transmissões, pelo site do Grammy foi desapontador pois ficaram o tempo inteiro no red carpet comentando e mostrando alguns trechos da premiação. Ainda a duas das categorias que os Kings concorriam foram anunciadas no pré-grammy, que começou antes das 23h (horário de Brasília) e não foi transmitido.
A única transmissão disponível para assistir foi para "Gravação do Ano", onde concorriam com Beyoncé, Black Eyed Peas, Taylor Swift e Lady Gaga e ganharam com "Use Somebody".
Nos agradecimentos, Caleb disse: "Que loucura, obrigado. Não vou mentir, estamos um pouco bêbados, mas estamos bêbados e felizes. Seria para agradecermos muitas pessoas mas não sou bom nisso... Então... Hey!" E então Nathan complementou: "Obrigado aos fãs, primeiro de tudo, incrível, vocês são os melhores fãs do mundo, obrigado Deus, obrigado família, Jaquire, Angelo, nossos produtores maravilhosos... RCA, noss agrande gavadora, Big Hassle e aos que eu esqueci, comprarei umas doses depois, então..."
O vídeo está disponível no site do Grammy para ser visto: Vídeo de agradecimento por Gravação do ano - além de duas entrevistas com banda após receberem o gramofone - Entrevista 1 e Entrevista 2.
Algumas fotos da premiação podem ser vistas neste link - Just Jared.
Domingo, Janeiro 31, 2010
Premiações

Hoje é o grande dia. Na noite de hoje os gramofones serão entregues aos melhores (?) de 2009/2010. E claro, Kings of Leon está na disputa!
A banda cujos membros tem sobrenome Followill concorre em quatro categorias das dez anunciadas: Gravação do Ano, Canção do Ano, Performance rock em duo ou grupo e Melhor Canção de Rock com "Use Somebody". [Quem diria que a música que o interprete menos gosta seria a mais aclamada]
Com grandes nomes - e uns nem tão grandes assim, mas não menos adorados - na concorrência, vamos torcer bastante!!
E quem quiser assistir, há duas maneiras: pela internet nas transmissões online, ou pelo canal de tv fechado, TNT. A premiação acontece às 23h de hoje (horário de Brasília) e ainda cito alguns sites para assistirem: Grammy.com; Justin TV; TV Guide e Share TV
A banda Kings of Leon confirmou sua presença no evento, embora não se apresentarão.
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E já está online o NME Shockwaves que é a prévia dos artistas indicados ao NME Awards, que será no dia 24 de fevereiro em Londres, na Inglaterra.
Das 23 categorias da premiação, Kings of Leon concorre em duas: "Best International Band" e "Best DVD". Vote!!

Ainda, além dos Shockwaves do NME Awards premiando as bandas de cantores, pelos seus talentos artísticos, há ainda a premiação para os mais (talentosos e) belos artistas.
Nessa votação, os quatro Followill concorrem separadamente. Para votar, clique aqui.